Venezuela pode viver no regime da democracia com morte do Ditador Chávez
Em mais de uma ocasião, o presidente Hugo Rafael Chávez Frías disse
que pretendia permanecer no poder na Venezuela até 2031. Na tarde desta
última terça-feira 05, contudo, as complicações advindas de um câncer na região pélvica abreviaram
seus planos: Chávez morreu às 16h25 (17h55 de Brasília), e com isso
teve fim um governo que já durava 14 anos. Junto com Chávez morre o
chavismo, que mistura o pior do populismo, do ultranacionalismo, do
caudilhismo e do 'socialismo do século XXI' - tão nefasto quanto o do
século XX. Avaliando a morte do Ditador, o país poderá ter uma nova
forma de governo, onde o respeito aos meios de comunicações possam
verdadeiramente viver uma democracia, que nunca existiu com o tirano
Chávez.
O medo
de perder os benefícios sociais ou um cargo público manteve a população
fiel ao coronel, em um estilo de governo batizado por opositores de
“medocracia”. A suspeita de que o sigilo do voto poderia ser violado
buscava alicerces em momentos como o verificado em 2004, quando aliados
do presidente elaboraram uma lista com o nome de todos os venezuelanos
que foram a favor da convocação de um referendo contra Chávez. Além
disso, ao longo de seus três mandatos consecutivos, outras
irregularidades foram relatadas, como mesários votando no lugar dos
eleitores ausentes ou permitindo que militantes chavistas acompanhassem
eleitores na cabine de votação. Até sua saída de cena, as artimanhas
foram alteradas, mas nunca eliminadas.
.No
país, os meios de comunicações que se atrelavam ao modo de governo do
Ditador eram protegidos e protegia os atos governamentais de Chávez, mas
esses eram meios de comunicações movidos por dinheiro no bolso e a
mentira na Boca, é assim que trabalham os chavistas na imprensa
venezuelana e seus seguidores em todo o mundo.
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