quarta-feira, 6 de março de 2013

Venezuela pode viver no regime da democracia com morte do Ditador Chávez

Em mais de uma ocasião, o presidente Hugo Rafael Chávez Frías disse que pretendia permanecer no poder na Venezuela até 2031. Na tarde desta última terça-feira 05, contudo, as complicações advindas de um câncer na região pélvica abreviaram seus planos: Chávez morreu às 16h25 (17h55 de Brasília), e com isso teve fim um governo que já durava 14 anos. Junto com Chávez morre o chavismo, que mistura o pior do populismo, do ultranacionalismo, do caudilhismo e do 'socialismo do século XXI' - tão nefasto quanto o do século XX. Avaliando a morte do Ditador, o país poderá ter uma nova forma de governo, onde o respeito aos meios de comunicações possam verdadeiramente viver uma democracia, que nunca existiu com o tirano Chávez.
O medo de perder os benefícios sociais ou um cargo público manteve a população fiel ao coronel, em um estilo de governo batizado por opositores de “medocracia”. A suspeita de que o sigilo do voto poderia ser violado buscava alicerces em momentos como o verificado em 2004, quando aliados do presidente elaboraram uma lista com o nome de todos os venezuelanos que foram a favor da convocação de um referendo contra Chávez. Além disso, ao longo de seus três mandatos consecutivos, outras irregularidades foram relatadas, como mesários votando no lugar dos eleitores ausentes ou permitindo que militantes chavistas acompanhassem eleitores na cabine de votação. Até sua saída de cena, as artimanhas foram alteradas, mas nunca eliminadas.
.No país, os meios de comunicações que se atrelavam ao modo de governo do Ditador eram protegidos e protegia os atos governamentais de Chávez, mas esses eram meios de comunicações movidos por dinheiro no bolso e a mentira na Boca, é assim que trabalham os chavistas na imprensa venezuelana e seus seguidores em todo o mundo.

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