Todos contra da dengue para Lagedo viver melhor!
Essas foram as palavras do Atual Prefeito de Lagedo do Tabocal, o Senhor Adalício
Almeida. Ele e sua equipe de funcionários estiveram presentes no início
do mutirão "Todos contra a Dengue", nesta manhã de Quarta-Feira dia 13
de Março de 2013 no Centro de Geração de Emprego e Renda.
O prefeito e o Secretário de Saúde, Joabe Andrade Salientaram a importância de lutar com todas as forças para sumir de vez o mosquito Aedes Aegypti.
Foi notificado também que a cidade estará recebendo a equipe de dedetização com duas "Bombas Fumacê". Assim a cidade pode se tranquilizar, mas não se descuidar.
O senhor VAL da dengue, disse também que a cidade contará com duas pessoas da cidade para treinamento porque o combate não pode parar, essas pessoas vai esta sendo treinada para sempre que poder voltará ao serviço quando precisar. E fazer novas visita as famílias da nossa cidade...
O prefeito e o Secretário de Saúde, Joabe Andrade Salientaram a importância de lutar com todas as forças para sumir de vez o mosquito Aedes Aegypti.
Foi notificado também que a cidade estará recebendo a equipe de dedetização com duas "Bombas Fumacê". Assim a cidade pode se tranquilizar, mas não se descuidar.
O senhor VAL da dengue, disse também que a cidade contará com duas pessoas da cidade para treinamento porque o combate não pode parar, essas pessoas vai esta sendo treinada para sempre que poder voltará ao serviço quando precisar. E fazer novas visita as famílias da nossa cidade...
A dengue
é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização
Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se
infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes,
exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e
20 mil morrem em consequência da dengue.
No Brasil, as condições
socioambientais favoráveis à expansão do Aedes aegypti possibilitaram a
dispersão do vetor desde a sua reintrodução, em 1976, e o avanço da
dengue. Essa reintrodução não conseguiu ser controlada com os métodos
tradicionalmente empregados no combate às doenças transmitidas por
vetores em nosso país e no continente.
Programas essencialmente centrados
no combate químico, com baixíssima ou mesmo nenhuma participação da
comunidade, sem integração entre setores e com pequena utilização do
instrumental epidemiológico mostraram-se incapazes de conter um vetor
com altíssima capacidade de adaptação ao novo 







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